cartas ao desconhecido
terça-feira, 11 de novembro de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
Cansei desta liberdade banal e fétida que estau encirrada.
Cansei de ser escrava de meus medos.
Simplesmente cansei desta vida monótona e sem graça deste vicio inóspito de pensar apenas no amanha quero sair daqui.
Quero fugir para uma praia deserta onde possa gritar, sorrir e chorrar sem que ninguém possa ouvir e me julgar.
Não aguento mais o tic tac do relógio nem do barulho infernal da minha mente dizendo que não posso.
Quero ser realmente livre do jeito que eu quero e sem a opinião sem nexo de ninguém
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
felicidade
Aristóteles já dizia, que o ser humanos busca a felicidade acima de tudo. Seja quem ou como for toda a humanidade a persegue constantemente. O consumismo usa formas ilusórias de felicidade afim de intitular padrões errôneos de felicidade, você só é plenamente feliz se tiver ....
Sera que para sermos plenamente felizes necessitamos de tanto? Não seriamos mais felizes se andarmos todos pelados e sem dar importância a coisas banais e sim vangloriamos nossos reais sentimentos e sentidos da realidade?
redoma de vidro
As
lagrimas são salgadas e amargas, derramadas por tantos amores não vividos,
sussurros não ouvidos, gritos recolhidos e carinhos inexistentes. Tantas
angustias escondidas em um coração de retalhos, que a cada batida sofre uma
novo rasgo.
Vivo em uma redoma de vidro, acreditando que o amanha será diferente, mas não é. Preciso apenas quebrar o vidro que parece tão espesso do lado de dentro. Sei como quebra-lo, mas sozinha não consigo, basta apenas eu dar meus ouvidos e você as palavras que devem ser a verdade ditas em alto e bom som. Não importa se me machucarei como os cacos. Assim poderei par passos firmes em gramas verdejantes e desertos áridos.
Vivo em uma redoma de vidro, acreditando que o amanha será diferente, mas não é. Preciso apenas quebrar o vidro que parece tão espesso do lado de dentro. Sei como quebra-lo, mas sozinha não consigo, basta apenas eu dar meus ouvidos e você as palavras que devem ser a verdade ditas em alto e bom som. Não importa se me machucarei como os cacos. Assim poderei par passos firmes em gramas verdejantes e desertos áridos.
de: Lucia
para: alguém inexistente
Assinar:
Comentários (Atom)
